Resumo Internacional: World Team Event

jogadores acima de 30 anos (isso depois de fazer um Mundial Feminino Juvenil no Brasil, gastar fortunas e não ter nenhuma continuidade.O público pergunta por quê? Cadê planejamento, cadê as jogadoras juvenis, por que treinadores (Ricardo Ferreira e Roberto Mori) que nunca treinaram ninguém? Por que tanto auê e prioridade para os Jogos Panamericanos, se o squash foi excluído do próximo Pan? Será que os atuais dirigentes têm alguma idéia do que é ter metas, prioridades, organização, coordenação, liderança? É fácil se aproveitar do status, do poder, das passagens e das verbas. Por outro lado, a responsabilidade de ser o "zelador" do squash é muito grande, especialmente num país tão carente de fundos, liderança e de emprego, onde o squash bem trabalhado podia servir de trampolim profissional para gente humilde que está nele. A vida do Roni, de flanelinha a campeão, deveria servir de exemplo do direcionamento do verdadeiro trabalho que precisa ser feito no país. Estamos fartos de dirigentes viajando, normas burocráticas, conchavos políticos de federações, armações para favorecer jogadores em fim de carreira, falta total de transparência e ética profissional. Tudo isso levou o público a ter repúdio, uma postura apática em relação ao squash e uma total falta de credibilidade e moral deste para com a CBS e, assim, sendo, à todas Federações. A fofoca e a intriga ao redor de verbas de Bingos e as Federações não trazem nenhum benefício para o squash ou para os jogadores. Todos esses detalhes precisam ser urgentemente esclarecidos e resolvidos, ao nosso ver, com a renúncia dos dirigentes atuais e a convocação de eleições para abrirem as portas para gente nova que tem programa, planejamento, competência e idoneidade.Tanto a WSF quanto a PSA estão indignados com a CBS e mandaram protestos.

Cabe à toda nação brasileira de squash, liderada pelas poucas federações conscientes, adotar uma postura madura, séria e severa para acabarmos logo com essa palhaçada

TSN - Como está o circuito Wilson Charlex Tariq Squash?

Tariq - O sucesso do nosso Circuito Wilson Charlex Tariq Squash, com 19 etapas profissionais, R$ 100.000,00 de premiação, todos tipos de brindes, mais de 150 jogadores no Ranking, um calendário de ano sendo cumprido, um site de Squash inédito, a participação e colaboração maravilhosa dos jogadores profissionais e do público, alto nível dos jogos (sem baixaria e agressões), demonstra que o Brasil tem um potencial muito grande para o squash se for feito um trabalho competente com planejamento, programação, intercâmbio e honestidade.

Conseguimos o apoio de patrocinadores, academias, jogadores amadores e profissionais, principalmente pela credibilidade da nossa equipe. Você que também quer ver o nosso squash caminhando para melhor, junte-se a nós e compartilhe sua energia em prol da renovação e reestruturação do squash brasileiro. Você também é parte da nossa equipe !!!

TSN - Que mudanças vem ocorrendo no jogo e quais as diferenças entre o squash internacional e nosso ?

Tariq - No passado o squash se resumia nos 2 cantos do fundo e só paralelas e cruzadas. Hoje, se vê muito mais repertório de golpes, muitas maneiras diferentes de golpear, leitura mais dinâmica do jogo, a presença maior do voleio e da deixadinha (drop shot). Há muito mais ataque do que defesa. Os 4 cantos são trabalhados constantemente e isso requer um outro trabalho físico e mental e um domínio pleno técnico. No jogo moderno há maior necessidade de atenção e concentração, mais agilidade física , mobilidade, leveza, diferente do squash cansativo de antigamente. Hoje o jogo é muito mais "show" e espetáculo, mais vistoso e dinâmico.

TSN - O jogo do Roni está moderno ou conservador?

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